Mostrando postagens com marcador 2003. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador 2003. Mostrar todas as postagens

09 fevereiro 2012

Sétima Arte Brasil: O Homem Que Copiava (Jorge Furtado, 2003)

DIREÇÃO: Jorge Furtado;
ANO: 2003;
GÊNEROS: Comédia, Drama, Policial e Romance;
ROTEIRO: Jorge Furtado;
BASEADO EM: ideia de Jorge Furtado;
PRINCIPAIS ATORES: Lázaro Ramos (André); Leandra Leal (Silvia); Luana Piovani (Marinês); Pedro Cardoso (Cardoso); Paulo José (Paulo); Júlio Andrade (Feitosa) e Carlos Cunha Filho (Antunes).




SINOPSE: "André, 20 anos, operador de fotocopiadora em uma papelaria, precisa desesperadamente de trinta e oito reais para impressionar a garota dos seus sonhos, Sílvia, que mora no prédio em frente e trabalha como balconista em uma loja de artigos femininos. Ajudado por seu amigo Cardoso, e depois também pela colega de trabalho Marinês, André faz muitos planos para conseguir dinheiro. E todos dão certo. E é aí que seus problemas começam." (Casa De Cinema De Porto Alegre).


"Um filme narrado pelos personagens principais, detalhe recorrente nas obras do diretor Jorge Furtado, inclusive neste segundo longa-metragem de sua carreira como diretor. Retratar um jovem, sonhador, que perdeu o pai cedo e que rala todo dia para conseguir se manter vivo, e que com o tempo, acaba se apaixonando e enveredando para um mundo onde o dinheiro é mais fácil e a vida mais confortável, é um tema fácil, muito abordado e simplista. Não é possível resumir esse filme nisso apenas! As atuações impecáveis do quarteto principal e os detalhes pensados pelo diretor, tornam esse filme único, espetacular. Mas claro, também retrata o jovem pobre, que luta para se sustentar e que se permite ganhar dinheiro fácil, além de demonstrar que nem todo bandido é perverso e sem coração, e nem todo mocinho e bondoso e amável, e deixando a definição de mocinho e bandido, para cada personagem, a escolha  cada espectador do filme. Nos mostra que não há um esteriótipo, seja sobre qual papel for dos milhares que vivemos e nos deparamos durante nossa vida."

(1: Ruim; 2: Regular; 3: Bom; 4: Ótimo; 5: Excelente)
Jonathan Pereira





"Vamos começar falando do diretor Jorge furtado que já passeou por diversos campos: medicina, psicologia, jornalismo, artes plásticas, cinema, TV, teatro... além de ter conquistado diversos prêmios e homenagens nacionais e internacionais, ter fundado a Casa de Cinema de Porto Alegre e ser pai do talentosíssimo ator Pedro Furtado. Logo, estamos falando de um filme muito bem dirigido, um orgulho para nosso país, produzindo a todo vapor nas terras do sul, onde tanta beleza há. Assim, 'O Homem Que Copiava' conta com uma trama envolvente baseada na arte de observar e de ser observado, na qual o espectador se deixa seduzir pela vida de André (Lázaro Ramos), que tenta sair de sua rotina para conquistar um grande amor e independência financeira. Ele observa sua vizinha, Silvia (Leandra Leal), através do binóculo e não perde nenhum detalhe, se apaixonando por todos eles, pela vida diferente que se mostra à sua frente. Em dado momento, observa por uma hora cenas monótonas, até que ela passa seminua em sua frente: 'foram só dois segundos; mas valeu a pena'. E quantas vezes a vida do outro não nos apaixona assim também, pela beleza de seus detalhes? A sua prática voyer extravasa e ele deseja viver um romance em Porto Alegre, tendo experiências e aventuras inesquecíveis. O filme conta ainda com trechos de desenho animado, beleza estética, texto poético e atores talentosos (além dos protagonistas nos deparamos com Luana Piovani, Pedro Cardoso, Paulo José, Carlos Cunha Filho e Júlio Andrade): um orgulho para o cinema nacional aplaudido de pé também internacionalmente. Sua trama não nos deixa com maior facilidade em compreender a vida, e talvez por isso seja tão bonito de se presenciar."

(1: Ruim; 2: Regular; 3: Bom; 4: Ótimo; 5: Excelente)
Kleber Godoy





Para entender a seção 'Sétima Arte Brasil' visite a postagem explicativa.

Para entender a dinâmica do 'O Teatro Da Vida' visite a página sobre o blog.











Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

20 outubro 2011

Sétima Arte Brasil: Carandiru (Hector Babenco, 2003)

DIREÇÃO: Hector Babenco;
ANO: 2003;
GÊNEROS: Drama e Policial;
ROTEIRO: Hector Babenco, Fernando Bonassi e Victor Navas;
BASEADO EM: livro de Drauzio Varella chamado 'Estação Carandiru';
PRINCIPAIS ATORES: Luiz Carlos Vasconcelos (Médico Drauzio Varela); Milton Gonçalves (Chico); Ivan De Almeida (Nego Preto); Aílton Graça (Majestade); Maria Luísa Mendonça (Dalva); Aída Lerner (Rosirene); Rodrigo Santoro (Lady Di); Gero Camilo (Sem Chance); Lázaro Ramos (Ezequiel); Caio Blat (Deusdete); Wagner Moura (Zico); Floriano Peixoto (Antônio Carlos); Júlia Ianina (Francineide); Sabrina Greve (Catarina); Vanessa Gerbelli (Célia); Ricardo Blat (Claudiomiro); Leona Cavalli (Dina); Milhem Cortaz (Peixeira); Gabriel Braga Nunes (Sérgio); Antônio Grassi (Seu Pires); Rita Cadillac (ela mesma); Enrique Diaz (Gílson); Sabotage (Fuinha); Dionisio Neto (Lula); Robson Nunes (Dada); André Ceccato (Barba) e Sérgio Loroza (Papai Noel).





SINOPSE: "Um médico se oferece para realizar um trabalho de prevenção a AIDS no maior presídio da América Latina, o Carandiru. Lá ele convive com a realidade atrás das grades, que inclui violência, superlotação das celas e instalações precárias. Porém, apesar de todos os problemas, o médico logo percebe que os prisioneiros não são figuras demoníacas, existindo dentro da prisão solidariedade, organização e uma grande vontade de viver" (Adoro Cinema).



"Talvez esse seja o filme que melhor retrata a vida dentro de uma penitenciária brasileira, da forma mais crua e direta possível. Mesmo que o olhar capturado pelo diretor seja, dentre as possibilidades, a menos pesada, ainda sim, é muito pesada. Por outro lado, o filme não se atém a contar os dias dentro da prisão, mas também, mostra como aquelas pessoas foram parar lá dentro e, claro, essas histórias são muito ricas e diversas, mas com um mesmo final. Toda essa realidade transparente só é possível pelas atuações excelentes dos atores. Mas também mostra um mundo paralelo, onde há suas regras, condutas, normas criadas e vividas lá dentro. Pensar em um local onde estão confinadas 'as piores pessoas', provavelmente não venha a cabeça palavras como: organização, respeito, amor ou felicidade, o que nos mostra que estamos enganados, pois lá existe tudo que há no mundo 'correto' de fora."

(1: Ruim; 2: Regular; 3: Bom; 4: Ótimo5: Excelente)
Jonathan Pereira





"Desde sempre identifiquei perigo no cinema brasileiro pela propaganda que fazemos, ao mundo, de nossa cultura através de obras mostrando favelas, cadeias e pobreza extrema. O mundo precisa de histórias felizes também. Mas neste filme vemos atuações perfeitas de Milton Gonçalves, Rodrigo Santoro (aquele homem grande se fazendo de mocinha) e de todo grande elenco, principais ou figurantes, tudo bem enredado por um roteiro interessante. Assim sendo, é até bonito mostrar o que temos de talento por aqui, ainda mais em uma história contada de forma tão real em som e imagem. O diretor, homem culto, inteligente, interessado no trabalho do ator e sensível às histórias que conta, fez um magnífico trabalho, o que muito nos orgulha, sendo reconhecido na Europa e nos EUA com seus vários trabalhos, o que quase ninguém sabe. A história é cruel, difícil de se 'curtir', mas mostra a capacidade de adaptação do ser humano nos ambientes mais inóspitos, assim como companheirismo, amor, amizade e a mais variada multiplicidade de sentimentos e desejos humanos. Assistimos à ótica do profissional de saúde, para o qual não existe assassino ou estuprador, mas sim, uma pessoa que precisa de cuidados, e este é um ponto que a meu ver é o melhor que o filme poderia mostrar."

(1: Ruim; 2: Regular; 3: Bom; 4: Ótimo; 5: Excelente)
Kleber Godoy





Para entender a seção 'Sétima Arte Brasil' visite a postagem explicativa.

Para entender a dinâmica do 'O Teatro Da Vida' visite a página sobre o blog.











Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

11 agosto 2011

Sétima Arte Brasil: 1,99: Um Supermercado Que Vende Palavras (Marcelo Masagão, 2003)

DIREÇÃO: Marcelo Masagão;
ANO: 2003;
GÊNEROS: Drama, comédia e documentário;
ROTEIRO: Marcelo Masagão e Gustavo Steinberg;
BASEADO EM: ideia de Marcelo Masagão;
PRINCIPAIS ATORES: Mariana Loureiro (Gerente De Marketing); Márcio Camargo (Avaliação 360º); Sergio Capezzuto (Saradão); Giseli Duarte (Magra); Patricia Gordo (Caixa Automático Sexual); Chico Neto (Caixa Automático Sexual); Agnes Rosa (Faxineira); Ana Liz (Gerente De Patins); Bruno Costomski (Homem do Tênis); Cida Costa Manso (Idosa); Dan Nk (Turista japonês) e Geraldo Stocco (Idoso).






SINOPSE: "Trata-se de um supermercado peculiar. Suas gôndolas não trazem produtos, mas caixas brancas de diversos formatos, com inscrições que remetem a slogans publicitários. Os clientes caminham pelos corredores, enchem os carrinhos com as mensagens de sua preferência e, a certa altura, começam a interagir. Do lado de fora, outras pessoas aguardam a sua vez de entrar." (Folha Online).



"Não podemos negar, um filme diferente na sua concepção e apresentação. Um local completamente branco, com pessoas completamente sem emoção, tendo apenas distinção entre si quando estão em frente a prateleira escolhendo seus produtos ou suas vontades. Não sei se a intenção do diretor era criticar a sociedade consumista que vivemos hoje ou se sua intenção era criticar a forma como as pessoas, quando estão em grupos, tendem a serem iguais. Porém, independentemente do recado que o diretor quis passar, o filme tem seu mérito pela forma como é descrito, ambientação e trama. Ao mostrar tudo branco, sem cor, sem identidade, sem diferenciação, ele nos coloca em frente ao alto volume do silêncio, o nosso questionamento sobre nossas escolhas e necessidades, tornando o filme bastante pesado e denso, e pelo tempo de duração, tema e ambientação, o filme acaba sendo longo e ficando cansativo. É um filme que te força a pensar a cada segundo, e de forma profunda e não linear, deixando sua digestão e percepção bastante lenta e cansativa, mas que ameniza pelo encantamento musical e inovação cinematográfica."

(1: Ruim; 2: Regular; 3: Bom; 4: Ótimo; 5: Excelente)
Jonathan Pereira






"Este moderno filme brasileiro é diferente de tudo o que poderíamos associar às nossas produções nacionais, trazendo inovação e experimentalismo para nossa sétima arte. Vemos que o cinema nacional é cheio de inventividades desde 'O Bandido Da Luz Vermelha' (Rogério Sganzerla, 1968), passando pela pornochanchada e chegando até os tempos atuais, mas mesmo assim encontra-se muita dificuldade em se fazer cinema por aqui talvez pela falta de incentivo governamental ou da iniciativa privada (não sei bem os motivos, só especulo sobre), não faltando talentos com ótimas ideias. Assim, de um modo bastante criativo este filme mostra um supermercado que encurrala os sentimentos mais primitivos do ser humano pós-moderno, uma sociedade que dá alternativas publicitárias para aplacar a angústia através do consumo. Logo, tudo que se quer pode se comprar, pegar na prateleira e usar, preencher seu vazio interno através da adicção. Neste contexto uma mulher gorda apática pode comprar a calça que deixa seu corpo com silhuetas sensuais e, ao olhar no espelho, sentir-se a mulher mais gostosa da face da terra, ou seja, comprou sua autoestima - será? Bem, o consumo excessivo aplaca alguns sentimentos de desconforto, mas certamente não tapa o buraco que questiona a pessoa em seu íntimo: quem sou eu? O que desejo? Sou feliz? Qual é o segredo da felicidade? O que é felicidade? Compulsão, angústia e desejo interagindo entre si trazendo uma obra criativa que mostra personagens apáticos presos em si mesmos, satisfazendo suas necessidades nas marcas e em seus fetiches, tentando sobreviver ao colapso interno ao aderir às promessas de felicidade eterna que o consumo fetichista capitalista proporciona. Não deixa de ser uma alternativa de sobrevivência."


(1: Ruim; 2: Regular; 3: Bom; 4: Ótimo; 5: Excelente)
Kleber Godoy





Para entender a seção 'Sétima Arte Brasil' visite a postagem explicativa.

Para entender a dinâmica do 'O Teatro Da Vida' visite a página sobre o blog.





















Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

06 agosto 2011

1001 Filmes: Adeus, Lênin! (Good Bye, Lenin!)

DIREÇÃO: Wolfgang Becker;
ANO: 2003;
GÊNEROS: Drama;
NACIONALIDADE: Alemanha;
IDIOMA: Alemão;
ROTEIRO: Wolfgang Becker e Bernd Lichtenberg;
BASEADO EM: ideia de Wolfgang Becker e Bernd Lichtenberg;
PRINCIPAIS ATORES: Daniel Brühl (Alexander 'Alex' Kerner); Kathrin Sass (Christiane Kerner (como Katrin Saß); Chulpan Khamatova (Lara); Maria Simon (Ariane Kerner); Florian Lukas (Denis); Alexander Beyer (Rainer); Burghart Klaussner (Robert Kerner (como Burghart Klaußner); Michael Gwisdek (Klapprath); Christine Schorn (Frau Schäfer); Jürgen Holtz (Herr Ganske); Jochen Stern (Herr Mehlert); Stefan Walz (Sigmund Jähn); Eberhard Kirchberg (Dr. Wagner); Hans-Uwe Bauer (Dr. Mewes); Nico Ledermueller (Alex aos 11 anos (como Nico Ledermüller) e Jelena Kratz (Ariane aos 13 anos).





SINOPSE: "A mãe de Alexander, fiel devota do socialismo na antiga Alemanha Oriental, tem um ataque cardíaco ao ver o filho em uma passeata contra o sistema vigente. Quando ela acorda do coma, após a queda do muro de Berlim, o médico aconselha a Alexander que ela evite emoções fortes. Com o peso na consciência pelo estado atual de sua mãe, Alex faz de tudo para que ela continue vivendo em uma ilusória Alemanha socialista, mudando embalagens de produtos industrializados e até mesmo inventando documentários televisivos para preencher as brechas do dia-a-dia do recente capitalismo no país." (Cineplayers).



"O filme retrata o período mais turbulento e revolucionário das últimas 3 décadas na Europa: a queda do Muro de Berlim, e consequentemente, o fim da URSS e do regime socialista sem tentar fazer o telespectador pensar se isso foi bom ou não, simplesmente retrata. Mas o filme aborda o assunto da perspectiva familiar, na qual entre seus membros, como num clichê, havia um jovem revolucionário que não concorda e luta contra o sistema imposto pelo governo que o rege, ainda mais em se tratar de um regime socialista, onde a liberdade de expressão não era tida como um direito cidadão; e na qual, por outro lado, tem-se a mãe que cresceu dentro desse regime e que o considera a melhor opção de vida, onde todos os cidadãos são tratados como iguais nas suas necessidades, expectativas de vida, vontade, desejos, etc., e que além disso, idolatra o sistema que prevalece, sendo uma fiel escudeira do regime socialista e de seu governo. Porém, poucos meses antes da morte oficial do socialismo na Europa, e simbolicamente no mundo, com a queda do Muro de Berlim, e também com o fim da URSS, a fiel escudeira do regime dorme e acorda após oito meses, dentro de um mundo o qual jamais imaginou, uma Alemanha unificada, sob as rédias do capitalismo e com o fim do socialismo. Ai então, o filme se mostra esplendido! Retrata o amor incondicional de um filho pela sua mãe, que para evitar um novo problema de saúde impede que a mãe descubra que o mundo que ela vivia já não existe mais, e para isso: ele recupera latas velhas de alimentos socialistas; transforma um mero taxista, que meses atrás era o maior ídolo e símbolo da Alemanha Comunista, no novo presidente da nova Alemanha unificada e, claro, comunista; reproduz o programa diário do partido com a ajuda de uma amigo apaixonado por filmes; redecora sua casa e seu guarda-roupa como se a vida tivesse parado meses antes, e o mais impressionante, consegue convencer a mãe, com a ajuda do amigo pré-cineasta, que ao ver um imenso banner da Coca-Cola se estender pela fachada de um prédio vizinho, de que, na verdade, aquele era o maior símbolo socialista, uma vez que sua fórmula havia sido roubada pelo vizinhos ocidentais. Convence sua mãe? É um pergunta que fica, pois em determinado momento, há um olhar da mãe para o filho que faz com que a dúvida sobre esse convencimento aconteça, tornando essa história ainda mais bonita. Será que a mãe descobriu que tudo o que houve depois da saída dela do hospital era um mentira criada pelo filho, e que para ela é a maior prova de amor que o filho poderia lhe dar? Ou, será que ela jamais ficou sabendo e que a história criada pelo filho a convence de fato? É uma relação plena e densa, uma busca incessante pela mentira que virou a vida de sua mãe, que não tinha preparo e entendimento para saber da nova realidade. Um filme que mostra a mudança na vida de uma família em meio ao turbilhão revolucionário da política no fim dos anos 80 e início dos 90 na Europa."

(1: Ruim; 2: Regular; 3: Bom; 4: Ótimo; 5: Excelente)
Jonathan Pereira





"Wolfgang Becker, diretor de cinema alemão formado em história e literatura, certamente se utiliza destas experiências românticas e patriotas como cidadão e como estudioso de sua história para produzir filmes bonitos e com enredos muito interessantes e muito bem fechados, com sentido e com sentimento. Uma das questões mais interessantes, a meu ver, é como ele consegue sustentar a história da família que vive seu drama pessoal com o país que vive sua divisão política, nos brindando com uma aula de história de uma das etapas mais importantes da história da Alemanha, inserindo ali o sentimento de pessoas comuns com seus desafios de vida pessoais. Daniel Brühl, jovem, bonito, talentoso e premiado ator, junto ao talento de Katrin Sass, fazem o par mãe-filho que vivem esta história e podemos observar a adoração deste jovem por sua mãe, a protegendo de todos os perigos, sendo que sua irmã não vê tanto sentido nesta proteção toda, o que Freud poderia nos explicar muito bem. E esta configuração familiar com a falta de um pai, que está do outro lado do muro, deve ser mantida a todo custo, sendo que quando o muro cai e o pai retorna as coisas se modificam e, contemplamos, assim, a reunificação de um país cortado ao meio e a tentativa de elaboração da história de uma família igualmente cindida. Fantástico no roteiro!"

(1: Ruim; 2: Regular; 3: Bom; 4: Ótimo; 5: Excelente)
Kleber Godoy





Para entender o que são os 1001 Filmes, acesse a página explicativa.

Para entender a dinâmica do 'O Teatro Da Vida' visite a página sobre o blog.





















Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...