01 outubro 2011

1001 Filmes +: Desconstruindo Harry (Deconstructing Harry)


DIREÇÃO: Woody Allen;
ANO: 1997;
GÊNEROS: Comédia, Drama, Fantasia e Romance;
NACIONALIDADE: EUA;
IDIOMA: inglês;
ROTEIRO: Woody Allen;
BASEADO EM: ideia de Woody Allen;
PRINCIPAIS ATORES: Woody Allen (Harry Block); Richard Benjamin (Ken); Kirstie Alley (Joan); Billy Crystal (Larry / O Diabo); Judy Davis (Lucy); Bob Balaban (Richard); Elisabeth Shue (Fay); Demi Moore (Helen); Robin Williams (Mel); Caroline Aaron (Doris); Eric Bogosian (Burt); Mariel Hemingway (Beth Kramer); Amy Irving (Jane); Julie Kavner (Grace); Eric Lloyd (Hilly) e Tobey Maguire (Harvey Stern).






SINOPSE: "Sofrendo de uma crise criativa e esperando um prêmio como escritor, Harry Block relembra de eventos do seu passado e cenas de seus best-sellers quando os personagens, de sua vida real e de suas obras, começam a perseguí-lo." (Cinema em Cena).



"Este filme faz parte dos '1001 +' e foi escolhido justamente por ser de Woody Allen, pois depois de tantos clássicos e grandes diretores que passaram por essa seção, faltava um filme dele. E a ansiedade para descobrir o mundo nova-iorquino do maior fotógrafo da cultura social e diária desse pedaço dos EUA era grande, e a expectativa foi superada dando lugar ao encantamento de como ele conta suas histórias e de seus conterrâneos. Ele conseguiu através do seu principal personagem, ele mesmo, contar sua história de forma desconstruída/construída e louca/normal com diversos atores vivenciando ele mesmo, conseguindo brincar com seus problemas e com os problemas de seus vizinhos de uma forma alegre, solta, normal, sem exageros ou 'forçadas de barra'. Ele fala de coisas tão sérias como se estivesse contado-as em uma roda de amigos em uma noite de reunião e jantar de reencontro. Também consegue mostrar o lado comum e simples da vida, que sempre é bonito e simpático. É um filme bastante confuso, mas ao mesmo tempo, tem uma coerência que vai se revelando aos poucos, conforme ele vai se mostrando e nós vamos entendendo como ele é, sem julgamentos, apenas participando de sua roda de amigos."

(1: Ruim; 2: Regular; 3: Bom; 4: Ótimo; 5: Excelente)
Jonathan Pereira






"Woody Allen é aquela pessoa com múltiplos talentos a quem não faltaria um lugar no palco, seja atuando, dirigindo ou escrevendo. Este e outros de seus filmes contêm referências de psicanálise e sátira das relações de casal e entre familiares, não deixando de lado aquela crítica cômica contra a religião utilizando-se do judaísmo. Com personagens muito interessantes e uma visão pessimista do mundo ele defende com este filme que só se pode viver bem com criaturas imaginárias e em um mundo paralelo, pois viver a realidade e as relações é sempre muito complicado. Assim, o protagonista pede para que a mulher nunca se apaixone por ele, mas quando ela segue o conselho ele se irrita e questiona “como você foi me ouvir?”. É o modo cômico de mostrar como os casais gostam de criar suas próprias armadilhas."

(1: Ruim; 2: Regular; 3: Bom; 4: Ótimo; 5: Excelente)
Kleber Godoy





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