18 fevereiro 2012

1001 Filmes: Ilha Das Flores (Ilha Das Flores)

DIREÇÃO: Jorge Furtado;

ANO: 1989;
GÊNEROS: Curta, Documentário e Experimental;
NACIONALIDADE: Brasil;
IDIOMA: Português;
ROTEIRO: Jorge Furtado;
BASEADO EM: ideia de Jorge Furtado;
PRINCIPAIS ATORES: Paulo José (Narrador); Ciça Reckziegel (Dona Anete); Douglas Traini (Marido de Anete); Júlia Barth (Filha de Anete); Igor Costa (Filho de Anete); Irene Schmidt (Cliente de Anete); Gozei Kitajima (Sr. Suzuki 1); Takehiro Suzuki (Sr. Suzuki 2) e Luciane Azevedo (Ana Luiza Nunes).




SINOPSE: "Um tomate é plantado, colhido, transportado e vendido num supermercado, mas apodrece e acaba no lixo. Acaba? Não. Ilha Das Flores segue-o até seu verdadeiro final, entre animais, lixo, mulheres e crianças. E então fica clara a diferença que existe entre tomates, porcos e seres humanos." (Casa De Cinema De Porto Alegre)


"Ter um cérebro e um polegar é o que nos difere de outros animais. Cérebro para não pensar e polegar para pagar. O enredo que conta a trajetória de um tomate de forma exageradamente didática e chata, deixa seu recado de forma clara e explícita, não restando dúvidas ou dualidades. Sem margem para interpretações, só nos resta receber aquelas informações e guardá-las ou ignorá-las, afinal, a vida de um tomate conta sobre a natureza humana, podem crer."

(1: Ruim; 2: Regular; 3: Bom; 4: Ótimo; 5: Excelente)
Jonathan Pereira





"O melhor de assistir a este curta é a oportunidade de se conhecer um pouco mais dos excelentes trabalhos realizados no sul do Brasil e pelo grandioso diretor Jorge Furtado, o qual já elogiamos sua trajetória recentemente (clique aqui para ver). Além disso (e prova de toda esta honra), estamos falando de um filme que foi considerado pela crítica europeia como um dos mais importantes curtas-metragens do século passado, sendo premiado em diversos países. Logo no começo nos deparamos com a frase 'Deus não existe', vendo em seguida o ser humano e todas as suas escolhas dentro do livre-arbítrio que tem, utilizando-se da lógica capitalista para conviver com os seus companheiros. Para mostrar toda lógica da história, Furtado utiliza de imagens 'toscas' e recortes caseiros como pano de fundo para o excelente e irônico texto narrado por Paulo José. O curta conta a trajetória de um tomate, para no fim, explicar como o dinheiro gera relações desiguais entre as pessoas, mas nada disso muito didaticamente, sim poeticamente. Concluindo, se liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, no encerramento fica ecoando em nossa mente: liberdade... eu a tenho? Eu a proporciono?"

(1: Ruim; 2: Regular; 3: Bom; 4: Ótimo; 5: Excelente)
Kleber Godoy





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