24 outubro 2011

Marco Simoncelli: A Eterna Promessa

Por Jonathan Pereira

Mais um final de semana triste para os amantes da velocidade, do esporte e da vida. Na segunda volta do Grande Prêmio da Malásia, no circuito de Sepang, realizando a penúltima etapa do campeonato de MotoGP, a maior entre as três categorias do Road Racing World Championship Grand Prix (Campeonato Mundial de Motovelocidade), um acidente envolvendo Colin Edwards, Valentino Rossi e Marco Simoncelli, acabou sendo fatal para o Super Sic, carinhoso apelido dado a Marco Simoncelli, aos 24 anos de idade.


Marco Simoncelli, também chamado de Super Sic, e aqui no Brasil também chamado de Moita, nasceu na cidade de Cattolica, na província de Rimini, na Itália, no dia 20 de janeiro 1987 e começou sua carreira no motocicliscmo em 2002 disputando, simultaneamente, o Campeonato Europeu da 125cc e o Campeonato Mundial 125cc. No ano seguinte dedicou-se apenas ao Campeonato Mundial de 125cc, ficando até 2005 correndo com uma Aprilia e conseguindo um quinto lugar no campeonato como melhor resultado nesta fase 125cc.

Em 2006 transfere-se para a segunda categoria mais importante da MotoGP, a Moto2, ainda na época chamada de Campeonato Mundial de 250cc, onde correu com a moto da Gilera até 2009. Neste período, conquistou seu único título mundial em 2008 e ficou em terceiro no campeonato em 2009. Ainda em 2009, Super Sic disputou duas corridas pelo Campeonato Mundial de Superbike, ou SBK, correndo com uma Aprilla, onde conseguiu um pódio.


Em 2010 chegou a principal categoria do motociclismo mundial, o Campeonato Mundial de MotoGP e ficou em oitavo no campeonato e já era considerado uma promessa da motovelocidade onde permaneceu em 2011, correndo também com uma Honda, e no momento de sua morte ocupava a sexta posição no campeonato. Abaixo, os detalhes da carreira do Moita:


CAMPEONATOS DISPUTADOS
2002-2005: 125cc World Championship


NÚMEROS NA CARREIRA
CAMPEÃO: 1 (2008: Moto2)
CORRIDAS: 148
VITÓRIAS: 14
PÓDIO: 21
POLES: 15
VOLTA MAIS RÁPIDA: 9
PONTOS: 1255


Infelizmente, terei que repetir o texto que representa esse momento para mim, que descrevi na homenagem a Dan Wheldon a exatamente uma semana atrás: 'Quando um piloto morre fazendo seu trabalho, é como se o esporte entrasse em um momento de recesso, onde a disputa, a emoção, o embate, as voltas, as ultrapassagens vão para o boxes e abandonam a corrida e o campeonato da vida é suspenso por tempo indeterminado, e aquele tempo de inatividade cede espaço à tristeza e o aperto no coração, que não tem data para terminar ou para se aplacar'.

Em breve, alguns vídeos em homenagem ao Super Sic.

FONTE: wikipedia e MotoGP.


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